| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Thraupidae |
| Cabanis, 1847 | |
| Subfamília: | Thraupinae |
| Cabanis, 1847 | |
| Espécie: | T. velia |
A Saíra-Diamante (Tangara velia) é uma ave passeriforme da família Thraupidae.
Seu nome científico significa: do (tupi) Tangará → ata = andar; e carã = em volta; (dançarino); e do (latim) velia = não explicado por (Linaeus 1758) possivelmente um erro de grafia da palavra grega elea = pequeno pássaro mencionado por Aristóteles. ⇒ Dançarino velia.
Mede entre 12 e 14 centímetros de comprimento e pesa entre 19 e 23 gramas.
Quase não há dimorfismo sexual aparente nessa espécie. Em ambos os sexos, a plumagem é quase toda azul-turquesa e negra. O macho tem a testa amarela, o abdômen, crisso e as penas da coxa de cor castanha, o dorso é negro e o uropígio amarelo.
Possui três subespécies:
(Clements checklist, 2014).
É uma espécie frugívora. Da mesma maneira que as outras saíras, Tangara velia se alimenta de bagas, pequenas frutas, sementes e insetos que recolhe nas folhagens.
O período de reprodução se estende da Primavera ao Verão. O ninho é em formato de taça, com 9 cm de diâmetro e 5 cm de profundidade. Põe 2 ou 3 ovos, com cerca de 15 a 17 dias de incubação. A maturidade sexual ocorre após 12 meses.
Costuma ser encontrada em pequenos grupos na copa das árvores das florestas, na sua borda, em plantações e clareiras com árvores altas. Costuma frequentar bandos mistos.
Ocorre na Bacia Amazônica (no Alto e Baixo Amazonas), nos seguintes países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Pela ampla área de distribuição e quantidade de indivíduos registrados, essa espécie é considerada como Pouco Preocupante (LC) de extinção na natureza.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: